REMHU, Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana (www.csem.org.br/remhu ou www.scielo.br/remhu), comunica que o número 57, de dezembro de 2019, contará com o dossiê sobre o tema: “ENFOQUES TEÓRICOS E CATEGORIAS ANALÍTICAS DOS DESLOCAMENTOS CONTEMPORÂNEOS” (data limite para entrega dos artigos, 15 de agosto de 2019.

O objetivo do dossiê é apresentar “categorias analíticas”, “enfoques teóricos e metodológicos” ou “chaves de leitura” para interpretar e aprofundar o fenômeno migratório contemporâneo.

Na atualidade, há muita (des)informação sobre migrações, sobretudo fatos de crônica. O volume visa oferecer algumas chaves analíticas e teóricas que possam ajudar a interpretar com rigor, pluralidade e diversidade de abordagens os temas relacionados com migrações e refúgio, capazes de manter a complexidade e superar visões por vezes superficiais ou discriminatórias

Alguns temas que podem ser abordados no dossiê: teorias das migrações, hispermobilidade, Estudos pós-coloniais, Transnacionalismo, Crimigração (políticas e migrações securitárias), Migração e subjetividade migrante (agency, autonomia), Fronteiras e migrações, Migrações forçadas X voluntárias, Migrações e desenvolvimento, metodologia de pesquisa em migrações, entre outros.

 Site da REMHU

***

número 58 da Revista, de abril de 2020, incluirá um dossiê sobre o tema: “A SOCIEDADE CIVIL E AS MIGRAÇÕES INTERNACIONAIS” (data limite para entrega dos artigos, 15 de janeiro de 2020).

Alguns temas que podem ser abordados no dossiê: papel da sociedade civil organizada na defesa dos direitos de migrantes e refugiados; criminalização da sociedade civil em sua ação solidária junto a migrantes e refugiados; práticas de acolhida e solidariedade da sociedade civil organizada junto a migrantes e refugiados; a ação da sociedade civil em contraste com as políticas restritivas dos governos locais e nacionais; papel da sociedade civil na formulação de políticas públicas locais, estaduais e nacionais; as organizações religiosas, feministas, LGBT, trabalhistas, étnicas e seu compromisso na promoção dos direitos dos migrantes; ação das organizações da sociedade civil em contextos fronteiriços e transnacionais: ação em rede e parcerias para além das fronteiras; papel da sociedade civil autóctone enquanto suporte para a organização de uma “sociedade civil migrante”, entre outros.