23 de julho de 2018

Cerca de 120 milhões de pessoas no mundo vivem fora de seu país para sobreviver ao desemprego, à concentração de terra e à tragédia das guerras e suas conseqüências. O drama dos migrantes nos interpela a refazer as bases da convivência social, a partir da solidariedade e abertura ecumênica que nos tornam mais capazes de nos realizar como seres humanos.

Marcelo Barros

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