• Nº 56: Migrantes africanos em América Latina: (in)movilidades y haciendo-lugar

    “Não são apenas números! As migrações internacionais, seja quais forem suas causas e efeitos, não podem ser reduzidas a números, a dados estatísticos. Elas são protagonizadas por seres humanos. Não por coletividades abstratas, uniformes e padronizadas – “os” migrantes, “os” estrangeiros, “os” refugiados – e sim por sujeitos concretos que possuem biografias singulares, trajetórias existenciais específicas, recursos materiais, simbólicos e sociais peculiares.

    Ano de Publicação: 2019

    R$25.00
    “Não são apenas números! As migrações internacionais, seja quais forem suas causas e efeitos, não podem ser reduzidas a números, a dados estatísticos. Elas são protagonizadas por seres humanos. Não por coletividades abstratas, uniformes e padronizadas – “os” migrantes, “os” estrangeiros, “os” refugiados – e sim por sujeitos concretos que possuem biografias singulares, trajetórias existenciais específicas, recursos materiais, simbólicos e sociais peculiares. Ano de Publicação: 2019
  • Nº 55: Olhares psicossociais sobre migrantes e refugiados

    “Não são apenas números! As migrações internacionais, seja quais forem suas causas e efeitos, não podem ser reduzidas a números, a dados estatísticos. Elas são protagonizadas por seres humanos. Não por coletividades abstratas, uniformes e padronizadas – “os” migrantes, “os” estrangeiros, “os” refugiados – e sim por sujeitos concretos que possuem biografias singulares, trajetórias existenciais específicas, recursos materiais, simbólicos e sociais peculiares.

    Ano de Publicação: 2019

    R$20.00
    “Não são apenas números! As migrações internacionais, seja quais forem suas causas e efeitos, não podem ser reduzidas a números, a dados estatísticos. Elas são protagonizadas por seres humanos. Não por coletividades abstratas, uniformes e padronizadas – “os” migrantes, “os” estrangeiros, “os” refugiados – e sim por sujeitos concretos que possuem biografias singulares, trajetórias existenciais específicas, recursos materiais, simbólicos e sociais peculiares. Ano de Publicação: 2019
  • Nº 54: Migrações na África: sujeitos, impactos e desafios

    “Rompiamo il silenzio sull’Africa”. Este foi o apelo do comboniano Alex Zanotelli, em julho de 2017. Uma denúncia das omissões da mídia internacional em relação à conjuntura do continente africano. Omissões que se configuram como um verdadeiro “encobrimento” (Dussel, 1993)

    Ano de Publicação: 2018

    R$20.00
    “Rompiamo il silenzio sull’Africa”. Este foi o apelo do comboniano Alex Zanotelli, em julho de 2017. Uma denúncia das omissões da mídia internacional em relação à conjuntura do continente africano. Omissões que se configuram como um verdadeiro “encobrimento” (Dussel, 1993) Ano de Publicação: 2018
  • Nº 53: Racismos

    “A derrocada de formas institucionalizadas de racismo – como o apartheid sul-africano ou a segregação racial nos EUA – acoplada à abolição da escravidão, ao amplo processo de descolonização no Sul do mundo e, sobretudo, à quase que generalizada condenação da Shoá, gerou a espraiada sensação de superação definitiva do espetro racial, teórico e prático.

    Ano de Publicação: 2018

    R$20.00
    “A derrocada de formas institucionalizadas de racismo - como o apartheid sul-africano ou a segregação racial nos EUA - acoplada à abolição da escravidão, ao amplo processo de descolonização no Sul do mundo e, sobretudo, à quase que generalizada condenação da Shoá, gerou a espraiada sensação de superação definitiva do espetro racial, teórico e prático. Ano de Publicação: 2018
  • Nº 52: Direito à cidade: segregação e lutas pela cidadania

    “Em 2015, no meio da assim chamada “crise dos refugiados”, na Europa, milhares de pessoas em diferentes países manifestaram a própria disponibilidade para dar abrigo a pessoas em fuga de violências e conflitos. Uma atitude, em muitos casos, em clara contraposição às políticas migratórias restritivas e seletivas dos próprios governos. ”

    Ano de Publicação: 2018

    R$20.00
    “Em 2015, no meio da assim chamada “crise dos refugiados”, na Europa, milhares de pessoas em diferentes países manifestaram a própria disponibilidade para dar abrigo a pessoas em fuga de violências e conflitos. Uma atitude, em muitos casos, em clara contraposição às políticas migratórias restritivas e seletivas dos próprios governos. ” Ano de Publicação: 2018
  • Nº 51: Migrações no Mediterrâneo: entre fronteiras e acolhimento

    “Chamado de Mare Nostrum pelos antigos Romanos, o Mediterrâneo tornou-se, nos últimos anos, um Mare Mortuum, um verdadeiro “cemitério”. Os numerosos corpos de náufragos encalhados nas costas são apenas uma amostra dos milhares e milhares de seres humanos que não conseguiram superar a última fronteira geográfica rumo ao sonho europeu. Ou melhor, rumo à segurança.

    Ano de Publicação: 2017

    R$20.00
    “Chamado de Mare Nostrum pelos antigos Romanos, o Mediterrâneo tornou-se, nos últimos anos, um Mare Mortuum, um verdadeiro “cemitério”. Os numerosos corpos de náufragos encalhados nas costas são apenas uma amostra dos milhares e milhares de seres humanos que não conseguiram superar a última fronteira geográfica rumo ao sonho europeu. Ou melhor, rumo à segurança. Ano de Publicação: 2017
  • Nº 50: Dilemas éticos das migrações

    Seria um erro afirmar que a governança das migrações, na atualidade, não possua algum fundamento ético. As políticas restritivas e securitárias de controle da mobilidade humana, de externalização das fronteiras e de inclusão diferenciada de migrantes são alardeadas em nome de sólidos princípios: a luta contra o terror, a defesa dos direitos humanos, o bem-estar da população, a preservação da identidade cultural da nação, a luta contra o tráfico de pessoas

    Ano de Publicação: 2017

    R$20.00
    Seria um erro afirmar que a governança das migrações, na atualidade, não possua algum fundamento ético. As políticas restritivas e securitárias de controle da mobilidade humana, de externalização das fronteiras e de inclusão diferenciada de migrantes são alardeadas em nome de sólidos princípios: a luta contra o terror, a defesa dos direitos humanos, o bem-estar da população, a preservação da identidade cultural da nação, a luta contra o tráfico de pessoas Ano de Publicação: 2017
  • Nº 49: Migrantes no mercado de trabalho: precarização e discriminação

    “Em muitos países, na atualidade, mudanças nas leis trabalhistas estão sendo implementadas com o objetivo, real ou fictício, de aumentar a competitividade em um contexto de crise econômica. Essas reformas, em geral, visam flexibilizar os contratos de trabalho e, ao mesmo tempo, alterar os processos de negociação coletiva. Na realidade, para além dos discursos oficiais, o que ocorre é uma redução dos direitos dos trabalhadores.”

    Ano de Publicação: 2017

    R$20.00
    “Em muitos países, na atualidade, mudanças nas leis trabalhistas estão sendo implementadas com o objetivo, real ou fictício, de aumentar a competitividade em um contexto de crise econômica. Essas reformas, em geral, visam flexibilizar os contratos de trabalho e, ao mesmo tempo, alterar os processos de negociação coletiva. Na realidade, para além dos discursos oficiais, o que ocorre é uma redução dos direitos dos trabalhadores.” Ano de Publicação: 2017
  • Nº 48: Movimentos sociais e mobilizações de migrantes e refugiados

    “O drama de milhões de pessoas que fogem de conflitos bélicos, violações generalizadas de direitos humanos e condições degradantes de vida tem se tornado pauta de intensos e complexos debates em nível internacional. Com frequência, os segmentos sociais mais sensíveis à causa de migrantes e refugiados tendem a enfatizar as situações de vulnerabilidade dos deslocados, bem como suas legítimas intencionalidades.

    Ano de Publicação: 2016

    R$15.00
    “O drama de milhões de pessoas que fogem de conflitos bélicos, violações generalizadas de direitos humanos e condições degradantes de vida tem se tornado pauta de intensos e complexos debates em nível internacional. Com frequência, os segmentos sociais mais sensíveis à causa de migrantes e refugiados tendem a enfatizar as situações de vulnerabilidade dos deslocados, bem como suas legítimas intencionalidades. Ano de Publicação: 2016
  •  Nº 47: O protagonismo dos migrantes

    “O drama de milhões de pessoas que fogem de conflitos bélicos, violações generalizadas de direitos humanos e condições degradantes de vida tem se tornado pauta de intensos e complexos debates em nível internacional. Com frequência, os segmentos sociais mais sensíveis à causa de migrantes e refugiados tendem a enfatizar as situações de vulnerabilidade dos deslocados, bem como suas legítimas intencionalidades.

    Ano de Publicação: 2016

    R$15.00
    “O drama de milhões de pessoas que fogem de conflitos bélicos, violações generalizadas de direitos humanos e condições degradantes de vida tem se tornado pauta de intensos e complexos debates em nível internacional. Com frequência, os segmentos sociais mais sensíveis à causa de migrantes e refugiados tendem a enfatizar as situações de vulnerabilidade dos deslocados, bem como suas legítimas intencionalidades. Ano de Publicação: 2016
  • Nº 46: Migrações, meios de comunicação e processos comunicacionais

    O artigo parte de uma discussão sobre as relações entre comunicação em rede e migrações transnacionais e da proposição do conceito de webdiáspora para, em um segundo momento, apresentar uma análise exploratória de quatro páginas na rede social online Facebook mantidas por migrantes senegaleses no Rio Grande do Sul, Brasil. Neste texto, as páginas no Facebook são entendidas enquanto parte importante da dinâmica migratória, como ambientes comunicacionais de experimentação e de afirmação identitária, assim como lugar de encontro de uma diáspora que se organiza em termos de associações que disputam políticas de posição e reconhecimento no Brasil. A reflexão integra projeto de pesquisa sobre as dinâmicas de comunicação em rede em novos fluxos de migratórios para o estado, especialmente o caso dos migrantes do Senegal em cidades gaúchas.

    Ano de Publicação: 2016

    R$15.00
    O artigo parte de uma discussão sobre as relações entre comunicação em rede e migrações transnacionais e da proposição do conceito de webdiáspora para, em um segundo momento, apresentar uma análise exploratória de quatro páginas na rede social online Facebook mantidas por migrantes senegaleses no Rio Grande do Sul, Brasil. Neste texto, as páginas no Facebook são entendidas enquanto parte importante da dinâmica migratória, como ambientes comunicacionais de experimentação e de afirmação identitária, assim como lugar de encontro de uma diáspora que se organiza em termos de associações que disputam políticas de posição e reconhecimento no Brasil. A reflexão integra projeto de pesquisa sobre as dinâmicas de comunicação em rede em novos fluxos de migratórios para o estado, especialmente o caso dos migrantes do Senegal em cidades gaúchas. Ano de Publicação: 2016
  • Nº 45: Criminalização das Migrações

    “O crescente aumento de fluxos migratórios mistos em nível internacional tem colocado a questão migratória no centro da pauta política em muitos países do  mundo.  Em  um  contexto  global  caracterizado  por  uma  difundida crise  econômico-financeira, a chegada de imigrantes e solicitantes de refúgio desperta, não raramente, sentimentos e atitudes de solidariedade e acolhida, mas também reações alarmistas, xenófobas e racistas.

    Ano de Publicação: 2015

    R$10.00
    “O crescente aumento de fluxos migratórios mistos em nível internacional tem colocado a questão migratória no centro da pauta política em muitos países do  mundo.  Em  um  contexto  global  caracterizado  por  uma  difundida crise  econômico-financeira, a chegada de imigrantes e solicitantes de refúgio desperta, não raramente, sentimentos e atitudes de solidariedade e acolhida, mas também reações alarmistas, xenófobas e racistas. Ano de Publicação: 2015