19 de julho de 2018

O artigo apresenta, brevemente, alguns traços daquela experiência humana que o fenômeno migratório encerra e que chamamos simplesmente de tráfico de pessoas, a qual inclui o recrutamento, a deportação, o confinamento em regime de cárcere privado e o trabalho forçado e/ou em condições análogas à escravidão, de pessoas de ambos os sexos, nos mais variados setores da economia e não somente no âmbito do sexo a pagamento e do divertimento. A segunda parte traz reflexões à luz da deportação do povo de Israel e, após breve excursus histórico, na quarta parte são sugeridos elementos de análise que indicam às comunidades cristãs, na última parte, pistas interpretativas e categorias para entender e intervir concretamente para incidir na realidade do tráfico de pessoas, se não for possível na prevenção, mas ao menos na assistência às vítimas e na consciência coletiva que, por si mesma, pode prevenir o fenômeno, assim como a impunidade dos exploradores, sejam estes traficantes ou clientes.

Artigo de Carmem Lussi.

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