20 de julho de 2018

“Criminalização das migrações e tráfico de pessoas: um ciclo vicioso” – Resenha 107 – 2° trimestre de 2017 – Tuíla Botega.

As formas análogas à escravidão, seja para fins de exploração sexual ou laboral, seja para o tráfico de órgãos, casamento forçado ou outras modalidades, ao violarem direitos inalienáveis como a liberdade, a integridade física e psicológica e a própria dignidade humana, reduzem pessoas à condição de serem mercadorias em um negócio bastante lucrativo, revelando uma das facetas mais cruéis da humanidade: a coisificação do ser humano.

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