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Banco do Brasil e ACNUR facilitam integração financeira de refugiados

Pessoas refugiadas terão atendimento especializado em três agências localizadas no centro da capital paulista e mais facilidade para a obtenção de microcréditos.

SÃO PAULO, 10 de novembro de 2017 – Três agências do Banco do Brasil localizadas no centro de São Paulo terão funcionários treinados especialmente para atender refugiados e suas demandas específicas e facilitará a concessão de microcrédito para essa população. O anúncio desta parceria estabelecida entre o Banco do Brasil e o ACNUR (Agência da ONU para Refugiados) para facilitar a integração financeira de pessoas refugiadas no país aconteceu durante o Inspira BB no último sábado (4), em São Paulo.

O Inspira BB é um movimento que tem o objetivo de levar palestras motivadoras de forma colaborativa para um público formado por funcionários da instituição. Sua última edição, mostrou que o evento não poderia ter um nome mais apropriado. Sob o tema “O que nos move? ”, buscou trazer uma reflexão sobre o que estimula as pessoas a percorrerem caminhos, realizar projetos e construir novos valores.

As apresentações musicais e os depoimentos sensibilizaram o público e, pela primeira vez, abriram espaço para dar voz e visibilidade à causa do refúgio. E foi nesse contexto, repleto de mensagens positivas e construtivas, que o presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, anunciou essa significativa parceria. “Estamos nos juntando ao ACNUR, Caritas e Compassiva para oferecer esse suporte aos nossos amigos que escolheram o Brasil para viver”, afirmou Caffarelli.

A Representante do ACNUR no Brasil, Isabel Marquez, reconheceu no Inspira BB uma importante oportunidade de promover a integração de pessoas refugiadas. “Estamos muito felizes que essa iniciativa, que busca impulsionar transformações coletivas, tenha dado visibilidade à causa do refúgio e apresentado essa importante parceria”. O ACNUR recebeu com muita satisfação o anúncio dos novos planos e espera que em breve agências de outras cidades também disponibilizem serviços voltados aos refugiados.

A refugiada iraquiana Fareeda Khalaf foi uma das pessoas que subiu ao palco para compartilhar sua surpreendente história. A jovem é yazidi, minoria étnica e religiosa do norte do Iraque, e por esse motivo foi vítima de atos de violência do grupo extremista Estado Islâmico. Sequestrada em 2014, ela conseguiu fugir e escreveu o livro “The Girl Who Beat ISIS”, ainda sem tradução em português, que revela as atrocidades que viveu enquanto estava sob o domínio do grupo extremista. “Para mim é muito importante estar neste evento e ter a oportunidade de dar voz a uma minoria religiosa que sofre perseguições e representando milhões de refugiados que enfrentam situações desumanas na luta por uma vida digna”, afirmou Fareeda.

O evento contou também com a participação de grandes nomes da música brasileira como Ivan Lins e o maestro João Carlos Martins. Funcionários do banco também subiram ao palco para compartilhar suas histórias inspiradoras de empatia e esperança e, assim como o escritor Leonardo Boff, que ressaltou a importância da solidariedade para a transformação social, emocionaram o público. Por fim, as crianças refugiadas do Coral Somos Iguais, cantaram ao lado do coro formado pelos funcionários do Banco do Brasil encerrando uma noite que certamente cumpriu seu objetivo de inspirar e mudar a visão de mundo dos participantes.

Fonte:A refugiada iraquiana Fareeda Khalaf foi uma das pessoas que subiu ao palco para compartilhar sua surpreendente história. A jovem é yazidi, minoria étnica e religiosa do norte do Iraque, e por esse motivo foi vítima de atos de violência do grupo extremista Estado Islâmico. Sequestrada em 2014, ela conseguiu fugir e escreveu o livro “The Girl Who Beat ISIS”, ainda sem tradução em português, que revela as atrocidades que viveu enquanto estava sob o domínio do grupo extremista. “Para mim é muito importante estar neste evento e ter a oportunidade de dar voz a uma minoria religiosa que sofre perseguições e representando milhões de refugiados que enfrentam situações desumanas na luta por uma vida digna”, afirmou Fareeda.

O evento contou também com a participação de grandes nomes da música brasileira como Ivan Lins e o maestro João Carlos Martins. Funcionários do banco também subiram ao palco para compartilhar suas histórias inspiradoras de empatia e esperança e, assim como o escritor Leonardo Boff, que ressaltou a importância da solidariedade para a transformação social, emocionaram o público. Por fim, as crianças refugiadas do Coral Somos Iguais, cantaram ao lado do coro formado pelos funcionários do Banco do Brasil encerrando uma noite que certamente cumpriu seu objetivo de inspirar e mudar a visão de mundo dos participantes.

Fonte: A refugiada iraquiana Fareeda Khalaf foi uma das pessoas que subiu ao palco para compartilhar sua surpreendente história. A jovem é yazidi, minoria étnica e religiosa do norte do Iraque, e por esse motivo foi vítima de atos de violência do grupo extremista Estado Islâmico. Sequestrada em 2014, ela conseguiu fugir e escreveu o livro “The Girl Who Beat ISIS”, ainda sem tradução em português, que revela as atrocidades que viveu enquanto estava sob o domínio do grupo extremista. “Para mim é muito importante estar neste evento e ter a oportunidade de dar voz a uma minoria religiosa que sofre perseguições e representando milhões de refugiados que enfrentam situações desumanas na luta por uma vida digna”, afirmou Fareeda.

O evento contou também com a participação de grandes nomes da música brasileira como Ivan Lins e o maestro João Carlos Martins. Funcionários do banco também subiram ao palco para compartilhar suas histórias inspiradoras de empatia e esperança e, assim como o escritor Leonardo Boff, que ressaltou a importância da solidariedade para a transformação social, emocionaram o público. Por fim, as crianças refugiadas do Coral Somos Iguais, cantaram ao lado do coro formado pelos funcionários do Banco do Brasil encerrando uma noite que certamente cumpriu seu objetivo de inspirar e mudar a visão de mundo dos participantes.

Fonte: www.acnur.org

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